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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Review "Durante o Fim" - Clássicos da Ericeira

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«Durante o Fim é o livro ideal para o clássico da ericeira. Hugo Rocha Pereira conseguiu a proeza de, em sensivelmente 160 páginas, escrever um romance passado na Ericeira, descrevendo esta com uma subtileza incrível. Para quem conhece e gosta da vila, recomenda-se vivamente. Quanto aos que dizem: “Em toda a minha vida nunca consegui ler um livro inteiro primo!”, deixem-se de merdas e abram uma excepção. Muitos de nós, em reflexão ou numa tertúlia com amigos, falamos sobre aquilo que vivemos e sentimos: a Ericeira, mas Hugo Rocha Pereira vê aquilo que a todos passa despercebido. O detalhe, que escapa a todos, até a nós, Clássicos da Ericeira. A escrita, requintada e acessível, leva-nos a definir Durante o Fim como uma obra de pura genialidade.»
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Publicado originalmente no facebook dos Clássicos da Ericeira, mais precisamente aqui.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Lançamento "Durante o Fim" na Vert


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O nosso colaborador e amigo, Hugo Rocha Pereira, acaba de lançar o seu segundo romance intitulado "Durante o Fim".

Nele, através de histórias e acontecimentos, a Ericeira ganha especial destaque e relevo. Sem dúvida, esta é uma boa oportunidade para adquirir ou apostar num presente de Natal que diferente.

Segundo o autor, o livro só irá chegar à generalidade das livrarias em janeiro, mas até lá já é possível comprar em alguns spots da Ericeira, como a livraria Ao Pé das Letras, Taberna Lebre, Sunset Bamboo Bar e Vira-Latas.

Em último caso, basta contatar o Hugo através do Facebook. 

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 Link para a notícia, publicada originalmente no site da Vert.

Apresentação "Durante o Fim" no Ericeira Online

Um romance cheio de maresia e amizade

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O livro “Durante o fim” transportou além do enredo, todo o clima da Ericeira, e sobretudo a alma e a amizade que emana dos Jagozes. É algo que quem chega a esta vila, a pouco e pouco, conquista, bebendo a água da Fonte do Cabo, e ganhando o direito a ter uma alcunha. A alcunha vem com os amigos, a praia, os copos, o surf, as miúdas, o clima, as tascas, os bares. A calanzice, e outros vícios vêm atrás, e fica-se jagoz no meio da intranquilidade de se ser jovem por instantes, e sem querer ficando menos jovem, rapidamente se conquista a velhice. Viver e morrer na Ericeira tem que se lhe diga, e tem de haver uma entrega total.

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Link para a reportagem integral, publicada originalmente no Ericeira Online.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ericeira Surf Shop Festival: Isto Não É Um Festival de Verão

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O que se passou no último Sábado, dia 10, na praia da Foz do Lizandro, Ericeira, não foi um festival de Verão. Desde logo porque ocorreu em pleno Outono – como que para o lembrar, caíram alguns aguaceiros durante a tarde – e, principalmente, porque este evento fugiu à estafada fórmula de música mais copos & fumos, antes aliando de forma muito interessante o surf à arte e à ecologia.
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Link para o artigo integral, publicado originalmente no site da Surf Portugal.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Obras Avançam em Ribeira d’Ilhas


 Demolido o Ribeira Surf Camp nos finais de Outubro, prosseguem as obras de requalificação da emblemática praia. Como se vê pelas fotos, esta quinta-feira decorreram trabalhos de execução das fundações para a infraestrutura projectada e que tantas críticas tem suscitado.

 O impacto negativo desta construção na paisagem é, precisamente, um dos pontos focados pelo comunicado que a SOS – Salvem o Surf emitiu recentemente. Após comentar que “a bitola do surf e dos desportos de deslizamento nas ondas deveria ter sido considerada” quando da avaliação de impacto ambiental do Plano de Pormenor de Ribeira d’Ilhas, esta associação deixa outros exemplos de situações que deveriam ser reavaliadas (tais como os impactos negativos da instalação do emissário da ETAR na qualidade da onda ou da extinção do Ribeira Surf Camp na cultura de surf local) e ainda um rol de medidas a tomar no âmbito da Reserva Mundial de Surf da Ericeira.

 A propósito da demolição do Ribeira Surf Camp e das restantes obras da requalificação de Ribeira d’Ilhas, falámos com José Bizarro e Luís Duarte. Sobre o atraso na demolição do surf camp, cuja tomada de posse administrativa data de 30 de Julho, o vereador da Câmara Municipal de Mafra (CMM) explicou que as obras não se iniciaram em Setembro – como era previsto – porque faltava obter o devido visto do Tribunal de Contas. O autarca reafirma que a obra deverá estar concluída em Maio de 2013, “cumprindo o prazo de execução previsto para os financiamentos implicados”, assegurando também que todas as intervenções decorrem de forma faseada e planeada, “de modo a garantir, a todo o momento, o acesso dos utilizadores à praia e ao estacionamento”.

 Já os expropriados não foram surpreendidos pelos recentes desenvolvimentos, tal a falta de confiança depositada na Justiça e políticos de Portugal. Luís Duarte afirma que não foram contactados pela CMM, desconhecendo por exemplo para onde foram levados os bungalows removidos durante a demolição. Ainda assim, este sócio do Ribeira Surf Camp continua convicto de que serão ressarcidos pelo roubo de que foram alvo e promete continuar a lutar nos tribunais e fora deles.

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Artigo publicado originalmente no site da Surf Portugal, mais precisamente aqui.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ribeira Surf Camp reduzido a escombros

Já pouco resta daquilo que foi o Ribeira Surf Camp.
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Pó e destroços. É esta a imagem que fica na retina de quem se dirigir a Ribeira d’Ilhas. Hoje de manhã, funcionários da Câmara Municipal de Mafra (CMM) entraram no surf camp da icónica praia da Ericeira (envoltos em polémicos processos de expropriação e requalificação de que temos dado conta) e, com o auxílio de um caterpillar, iniciaram o processo de demolição das infraestruturas ali existentes, nomeadamente o bar, como se pode ver pelas fotografias na fotogaleria em baixo (Fotos: Hugo Rocha Pereira).

De acordo com o que o vereador José Bizarro tinha declarado à SURFPortugal em Agosto, concretizada a posse administrativa do Ribeira Surf Camp, a CMM pretendia começar as obras no passado mês de Setembro, para ter a requalificação da praia pronta no início da próxima época balnear. No entanto, a autarquia não pôde avançar com as obras na altura prevista por aguardar o visto do Tribunal de Contas (TC) ao contrato de adjudicação da empreitada, autorização que se atrasou porque o TC detectou uma discrepância nos prazos da obra na documentação do processo, obrigando a Câmara a rectificar o contrato e a proposta.

A SURFPortugal vai continuar a acompanhar este caso, trazendo-te todos os desenvolvimentos e novidades.
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Link para a notícia e fotogaleria, publicadas originalmente no site da Surf Portugal.

domingo, 19 de agosto de 2012

Novo protesto em Ribeira este fim de semana

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De acordo com o vereador José Bizarro, a Câmara Municipal de Mafra (CMM) prevê “começar as obras no início do próximo mês de Setembro”, assumindo ainda o objectivo de “ter a requalificação da praia de Ribeira D'Ilhas pronta no início da próxima época balnear”. São estas as palavras a destacar das respostas que o vereador do turismo deu à SURFPortugal no rescaldo da tomada de posse administrativa do Ribeira Surf Camp no passado dia 30 de Julho. José Bizarro justifica o timing dessa ação, que agudizou a polémica já existente no âmbito do processo de expropriação do surf Camp, com a necessidade de não se colocar em risco a execução do mesmo projeto de requalificação.
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Link para o artigo integral, publicado originalmente no site da Surf Portugal.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Equações de sorte e azar

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A próxima sexta-feira treze poderá não ser uma noite de azar. Pelo menos para quem gostar de concertos à borla e quiser ver os Equations a tocar umas quantas malhas tão fodidas que até já foram alcunhadas de post-nintendo-core. O quinteto, que este ano editou Frozen Caravels, desloca-se até à Ericeira para tocar nas Quik Sessions da Boardriders. Para não variar, a sessão começa pelas 22 horas.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Sumol Summer Fest: report gonzo de um festival de Verão

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“Beach days and reggae nights.” Foto: Luís Firmo
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A Ericeira, com a sua forte ligação à praia e ao surf, é um cenário de eleição para um festival como o Sumol Summer Fest, que já vai na quarta edição de vibrações reggae, folk, pop e electrónica. Esta foi a primeira vez que se realizou após a consagração da Reserva Mundial de Surf, mas não se notaram grandes diferenças por causa disso. E até parte substancial da Praia da Empa (onde começa a dita Reserva) esteve transformada em parque de estacionamento.
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Publicado no site da Surf Portugal, mais concretamente aqui.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Como peixe à beira-mar

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Continuando a programação das Quik Sessions – Concertos à Sexta, a Boardriders Ericeira recebe no próximo dia 22, a partir das 22 horas, o duo Memória de Peixe, que trará à vila piscatória os seus loops de guitarra onde se pode encontrar uma mistura de funk, pop e soul. Para quem tem memória de curta duração, repetimos: dia 22, a partir das 22 horas. Com entrada livre.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Indiscreto Charme Chunga da Espiga

Se te lembras do Dia da Espiga, então é porque não foste ao Dia da Espiga.


 Fenómeno: na Espiga há sempre um carro que se enterra na areia em intervalos de 15 minutos.

O Dia da Espiga acontece sempre numa quinta-feira, quarenta dias depois do Domingo de Páscoa, e, como noutras datas, confundem-se os significados pagão (ligado ao culto da fertilidade, a passagem dos rigores do Inverno para a bonança estival) e religioso. Manda a tradição que neste dia os jagozes (aka nativos da Ericeira) se juntem à volta de diversos petiscos bem regados com tinto carrascão e a cerveja de eleição. De há uns bons anos para cá, os mais jovens reúnem-se logo na noite de quarta-feira, sobretudo na Foz do Rio do Lizandro, onde acampam até as energias deixarem. Se tradicionalmente neste dia se ia ao campo colher um ramo formado por espigas de cereais e flores, o que acontece na prática é uma aglomeração impressionante de gente com enorme vontade de comer e beber até cair.

O que se diz sobre os anos 60 é, de certo modo, aplicável ao Dia da Espiga: se te lembras de muitas coisas, então é porque não o viveste e, de facto, uma das poucas lembranças que guardo dos primeiros anos da Espiga é a de cambalear enquanto perseguia o Paulo Gonzo e a Sofia Aparício, num daqueles raros momentos em que se recupera a consciência e se consegue perceber o que está a acontecer, no meio de uma bebedeira monstra. O aspecto patético desta perseguição freak não pode, mesmo assim, ser aproveitado por ninguém porque todos à volta estão normalmente em estado equivalente ao teu ou pior.

A Espiga é uma celebração tóxica muito democrática. A sua beleza passa também por aí: ninguém pode gabar-se de ser a pessoa que acorda com a aparência mais digna e agradável. Os sinais de desgaste e excesso são mais ou menos constatáveis em todos. Não há glamour que resista à Espiga e as seguintes fotos revelam isso também.


Link para o artigo integral realizado em conjunto com Miguel Arsénio e publicado originalmente na Vice.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sumol Summer Fest anuncia os primeiros nomes

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Com o gelo que se faz sentir por estes dias, falar de Verão é quase como anunciar a retoma económica: parece uma utopia. Mas é bom ter uma luz ao fundo do túnel, nem que seja para aquecer um pouco o espírito. E um dos festivais que rima com praia e calor é o Sumol Summer Fest, que acontece mais uma vez na Ericeira (entretanto consagrada como Reserva Mundial de Surf) nos dias 29 e 30 de Junho e já tem três nomes confirmados: o costa-marfinense Alpha Blondy traz roots reggae e Gui Boratto techno minimal no dia 29; na noite seguinte será a vez do brasileiro Gabriel o Pensador voltar a Portugal, com a sua mistura de crítica social e boa disposição. Por enquanto, resta acrescentar que a organização do SSF (cujas duas últimas edições esgotaram) promete uma versão melhorada e ampliada do evento, contando nomeadamente com a integração do espaço Quiksilver Boardriders Ericeira no festival, com programação própria, a divulgar entretanto.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Consagração da Reserva Mundial de Surf da Ericeira

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De acordo com o dicionário, uma das possíveis definições para a palavra “consagração” é “Ato de tornar sagrada alguma coisa, dedicando-a ao culto divino, a Deus”. Se encararmos as ondas como templos de culto e o bodyboard como religião, poderemos compreender melhor o que se passou ontem na Ericeira. Após a apresentação da candidatura a Reserva Mundial de Surf, que conduziu à respetiva aprovação em fevereiro deste ano, chegou o dia 14 de Outubro, data marcada para a cerimónia de consagração.

Poderia ser uma manhã igual às outras em Ribeira d’Ilhas, onde ainda de noite já muitos aguardavam os primeiros raios de sol para entrar na água; mas ontem havia um objetivo extra em relação ao ato de deslizar nas ondas: prestar homenagem ao conjunto de sete maravilhas que compõem a primeira Reserva Mundial de Surf europeia e apenas a segunda a nível global. E é sempre especial ver bodyboarders e surfistas unidos por algo maior do que a vontade de apanhar ondas, parando de remar para se juntarem em círculo, numa sentida homenagem às suas companheiras aquáticas. Por incrível que pareça, durante esses minutos não entraram ondas na chamada “sala de visitas” do surf nacional, com a lua, bem redonda, a abençoar a ocasião solene.

Mais do que uma meta, esta data implica um ponto de partida para melhor se promover e – sobretudo – preservar estas ondas de caraterísticas e qualidade ímpares, tal como foi reconhecido por diversos intervenientes na cerimónia mais (ou menos) formal que teve lugar, um pouco mais tarde, no Parque de Santa Marta.

Antes da apresentação do booklet “Ericeira, Reserva Mundial de Surf”, procedeu-se à entrega, por parte de Will Henry (fundador da Save The Waves Coalition, a “mãe” das Reservas Mundiais de Surf) da placa comemorativa ao trio de instituições que desempenhará o papel de Stewardship Council: a Câmara Municipal de Mafra, o Ericeira Surf Clube (ESC) e a Associação dos Amigos da Baía dos Coxos.

Fica, porém, uma nota negativa. Entre as personalidades nomeadas como Guardiões da Reserva (a quem caberá zelar pela salvaguarda dos valores ambientais subjacentes) não figura qualquer bodyboarder, o que na perspetiva de Miguel Barata, Presidente da Assembleia Geral do ESC, "é inexplicável, até porque algumas das ondas da Reserva são surfadas principalmente por bodyboarders, já para não falar da tradição que este desporto tem na Ericeira. Esta nomeação foi realizada um pouco à revelia dos bodyboarders, o que até fez com que na cerimónia realizada dentro de água apenas tenham participado dois bodyboarders (nota: além de Miguel Barata, marcou presença Paulo Costa, Presidente da Associação Portuguesa de Bodyboard), porque muitos dos outros estavam em protesto. Uma Reserva Mundial de Surf não se restringe ao surf, abrange todos os desportos de ondas."
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Publicado originalmente na Vert, mais concretamente aqui.