Músicas rápidas e certeiras como um caldo na veia .
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Os Clockwork Boys têm no carisma algo que os distingue de boa parte das
bandas punk actuais. Hinos como “Casino”, “Chalana” ou “Hooligans na
Noite” ajudaram a criar uma certa reputação e mística nos meios underground, que consolidaram com o recente lançamento de A Dor Passa… o Ódio Fica!,
disco onde se nota uma produção mais apurada e um espírito mais
revoltado com a realidade envolvente. Nesta entrevista fala-se do
percurso da banda (e dos três elementos com quem conversámos: o frontman
Marion Cobretti e os baterista e guitarrista Tony Musgueira e Zé
Abutre) e de vida malvada, seja vivida ou cantada. Mas também se abordam
outras artes bem presentes na música que fazem, como são os casos do
futebol (embora já não haja jogadores com amor à camisola) e do cinema,
que não só é uma forte influência como faz parte da mecânica diária de
alguns destes rapazes.
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Link para a entrevista integral, publicada originalmente no Bodyspace.
O nosso colaborador e amigo, Hugo Rocha Pereira, acaba de lançar o seu segundo romance intitulado "Durante o Fim".
Nele, através de histórias e acontecimentos, a Ericeira ganha especial
destaque e relevo. Sem dúvida, esta é uma boa oportunidade para adquirir
ou apostar num presente de Natal que diferente.
Segundo o autor, o livro só irá chegar à generalidade das livrarias em
janeiro, mas até lá já é possível comprar em alguns spots da Ericeira,
como a livraria Ao Pé das Letras, Taberna Lebre, Sunset Bamboo Bar e
Vira-Latas.
Em último caso, basta contatar o Hugo através do Facebook.
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Link para a notícia, publicada originalmente no site da Vert.
O livro “Durante o fim” transportou além do enredo, todo o clima da
Ericeira, e sobretudo a alma e a amizade que emana dos Jagozes. É algo
que quem chega a esta vila, a pouco e pouco, conquista, bebendo a água
da Fonte do Cabo, e ganhando o direito a ter uma alcunha. A alcunha vem
com os amigos, a praia, os copos, o surf, as miúdas, o clima, as tascas,
os bares. A calanzice, e outros vícios vêm atrás, e fica-se jagoz no
meio da intranquilidade de se ser jovem por instantes, e sem querer
ficando menos jovem, rapidamente se conquista a velhice. Viver e morrer
na Ericeira tem que se lhe diga, e tem de haver uma entrega total.
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Link para a reportagem integral, publicada originalmente no Ericeira Online.