domingo, 19 de agosto de 2012

Novo protesto em Ribeira este fim de semana

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De acordo com o vereador José Bizarro, a Câmara Municipal de Mafra (CMM) prevê “começar as obras no início do próximo mês de Setembro”, assumindo ainda o objectivo de “ter a requalificação da praia de Ribeira D'Ilhas pronta no início da próxima época balnear”. São estas as palavras a destacar das respostas que o vereador do turismo deu à SURFPortugal no rescaldo da tomada de posse administrativa do Ribeira Surf Camp no passado dia 30 de Julho. José Bizarro justifica o timing dessa ação, que agudizou a polémica já existente no âmbito do processo de expropriação do surf Camp, com a necessidade de não se colocar em risco a execução do mesmo projeto de requalificação.
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Link para o artigo integral, publicado originalmente no site da Surf Portugal.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A Primeira Prancha

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Podem ler a versão integral deste artigo na Surf Portugal # 234, publicada em Julho de 2012 - edição comemorativa dos 25 anos da Surf Portugal.

Os 25 Melhores Surfistas Portugueses de Sempre

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Podem ler a versão integral deste artigo (realizado em conjunto com João Valente) na Surf Portugal # 234, publicada em Julho de 2012 - edição comemorativa dos 25 anos da Surf Portugal.

Buarcos Sob Ameaça

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Artigo publicado originalmente na Surf Portugal # 234, Julho 2012 - edição comemorativa dos 25 anos da Surf Portugal.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Escrito à mão, cheio de pulmão e coração

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O novo disco dos Gaslight Anthem sai no início da próxima semana, mas já dá para ouvir Handwritten na íntegra (just google it) e ver um par de avanços videográficos para este trabalho dos rapazes de New Jersey, que parecem ter retomado a pulsão mais intensa dos primeiros álbuns. Se em Junho tinha saído o teledisco para o primeiro single, “45”, agora é a vez de a faixa que empresta o nome ao LP ter honrarias de juntar imagem ao som.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Ficar a ver navios

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Andam barcos (dos grandes e bonitos) na linha do horizonte. Lisboa é por estes dias a anfitriã das Tall Ship Races, ou Regata dos Grandes Veleiros, que têm passado por vários pontos da nossa costa a caminho do Rio Tejo. E este evento náutico conta com um cartaz musical, de entrada livre, entre amanhã (dia 19) e o próximo Sábado, 21, no Jardim do Tabaco – Santa Apolónia, sempre ao fim do dia.

Dia 19: Joana Lobo Anta / Johnwaynes
Dia 20: Terrakota / Primitive Reason / DJ Ride
Dia 21: Tiago Bettencourt / Frankie Chavez / M-Pex
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Optimus Alive 2012 - 3º Dia

 Radiohead © Mauro Mota
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Nota prévia: o concerto de Radiohead apenas terá desapontado ou deixado insatisfeitos os incautos (ou lunáticos) que aguardavam por aquela música que já só é cantada por aspirantes a ídolos, seja em prime time televisivo ou no karaoke do bairro. A banda originária de Oxford (e principal culpada pela lotação do último dia do Optimus Alive’12 ter esgotado) há muito que está noutra e se desligou desse mega-hit, fazendo porém uma gestão ultra-equilibrada do alinhamento. Já se sabia que iriam basear boa parte da actuação nos trabalhos mais recentes (The King of Limbs, do ano passado; e In Rainbows) e assim foi durante boa parte das mais de duas horas, marcadas por um som limpo e potente, com os músicos projectados em gigantes mosaicos cheios de cor, a amplificar a faceta mais electrónica da banda liderada por um Thom Yorke de rabo-de-cavalo, camisa escura e casaco de cabedal. Se malhas como “Morning Mr. Magpie”, “Lotus Flower” ou “Reckoner” ganharam uma dimensão que muitos poderiam pensar não ser possível em clima de festival, outras houve que refrearam os ânimos durante determinados períodos. Como também era expectável, foram as músicas do período que consagrou os Radiohead como uma das bandas mais importantes e influentes na viragem de milénio as recebidas com maior entusiasmo pela maioria dos presentes no palco principal. “Pyramid Song”, “Exit Music (For a Film)”, “There There” (com a percussão omnipresente), “Paranoid Android”, com as guitarras a rasgar pano em várias direcções, “Everything in Its Right Place” – melhores refrões para o fritanço –, “Idioteque” (que continua a puxar-nos sem freio pelas pernas e braços) ou “Street Spirit (Fade Out)” foram saindo da cartola, muitas delas em modo encore e encheram as medidas a quem tinha esperado dez anos para voltar a ter o privilégio de ouvir ao vivo temas que já fazem parte da história contemporânea. Thom Yorke prometeu que os seus Radiohead não demorarão mais uma década a voltar, mas no fundo eles nunca se foram embora depois dos também memoráveis concertos que esgotaram os coliseus.
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Link para a reportagem integral (em parceria com o Paulo Cecílio) e fotogaleria do Mauro Mota, publicadas originalmente no Bodyspace.