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segunda-feira, 12 de março de 2012

Calor e Moscas: uma tragicomédia musical em antestreia

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Não é todos os dias que estreia uma “tragicomédia musical” portuguesa no cinema. Nem que o lendário Victor Gomes (“o mais Negro dos Gatos”) aparece no grande ecrã. É isto (e muito mais) que acontece em Calor e Moscas, filme 100% independente, cuja sinopse tomamos a liberdade de colar aqui:
"1986: Mateus, um musico prodígio de 12 anos, é escolhido para representar Portugal num conceitado concurso de música infantil na Europa, o Barca d'Ouro. Apesar das grandes expectativas que o País tinha em Mateus, ele desilude tudo e todos ao conseguir apenas o segundo lugar. Portugal entra assim na C.E.E. com o pé esquerdo e a carreira de Mateus que só estava a começar entra em queda...
Vinte anos mais tarde, Mateus, agora um vendedor de seguros, apreciador de cannabis e viciado em comprimidos, continua a tocar e a gravar maquetes escondido no seu quarto. Um dia decide enviar uma maquete ao seu ídolo e meses depois descobre que este a roubou. Mateus vai para as ruas em busca de justiça, juntando-se-lhe nessa aventura o seu melhor amigo, Celeste, um músico de rua, viciado em comida de cão...”
Tudo aponta, pois, para um delírio cinematográfico imperdível (cuja antestreia terá lugar na próxima quarta-feira, dia 14, pelas 20:30, no Cineclube de Telheiras – Estrada de Telheiras, nº 114), para mais tendo em conta as várias participações de músicos, como Jorge Cruz (Diabo na Cruz), Fernando Cunha (Delfins; Resistência) ou Gonçalo Prazeres (Freddy Locks), e a banda-sonora, que inclui temas de
Black Bombaim, The Ratazanas, Freddy Locks, Samuel Úria, Phil Mendrix, Daniel Bacelar, Brainwashed by Amalia, entre outros.
Resta acrescentar que o trailer promete. E não é pouco.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Irmãos Catita @ Maxime - 29/1/2011

 
Nunca vira tamanho ajuntamento à porta do nº 58 da Praça da Alegria, mas também não era para menos. O icónico cabaret - casa de artistas e palco de jogadas de xadrez internacional - vai fechar portas e organizou uma festa de despedida à altura. Auf Wiedersehen, Goodbye, mas em grande estilo, juntando os Irmãos Catita e vários convidados de luxo. O site do Maxime anunciava «uma festa que fique nos anais e também nos orais (e até nos nasais...) do entretenimento em Portugal! Uma festa tremenda, soberba, excessiva, inesquecível, um acontecimento bestial com implicações no próprio Produto Interno Bruto, e até no clima do planeta». Bem a propósito, o dj passa “The End”, dos Doors, pouco antes da banda de Manuel João Vieira (MJV) entrar em cena. Chiquito está vestido de branco, como um africano de luto. Iniciam o show com “Lourenço Marques” e logo MJV cede o protagonismo ao parceiro (que mostra como é “Ser Moderno”), retomando o centro do palco em “Em Paris Há Gajas Boas”, que termina em alta rotação ska.
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Link para o artigo integral. Publicado originalmente no Bodyspace.