quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Durante o Fim no blog da livraria Pátio de Letras

Novidades editoriais
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DURANTE O FIM
Hugo Rocha Pereira
Transporta, além do enredo, todo o clima da Ericeira, e sobretudo a alma e a amizade que emana dos Jagozes. É algo que quem chega a esta vila a pouco e pouco conquista, bebendo a água da Fonte do Cabo, e ganhando o direito a ter uma alcunha. A alcunha vem com os amigos, a praia, os copos, o surf, as miúdas, o clima, as tascas, os bares. 
100 Luz, 10.99€
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Publicado originalmente no blog da livraria Pátio de Letras, mais precisamente aqui.

Durante o Fim no site da Bulhosa

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Publicado originalmente no site da Bulhosa, mais concretamente aqui.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Review "Durante o Fim" - Clássicos da Ericeira

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«Durante o Fim é o livro ideal para o clássico da ericeira. Hugo Rocha Pereira conseguiu a proeza de, em sensivelmente 160 páginas, escrever um romance passado na Ericeira, descrevendo esta com uma subtileza incrível. Para quem conhece e gosta da vila, recomenda-se vivamente. Quanto aos que dizem: “Em toda a minha vida nunca consegui ler um livro inteiro primo!”, deixem-se de merdas e abram uma excepção. Muitos de nós, em reflexão ou numa tertúlia com amigos, falamos sobre aquilo que vivemos e sentimos: a Ericeira, mas Hugo Rocha Pereira vê aquilo que a todos passa despercebido. O detalhe, que escapa a todos, até a nós, Clássicos da Ericeira. A escrita, requintada e acessível, leva-nos a definir Durante o Fim como uma obra de pura genialidade.»
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Publicado originalmente no facebook dos Clássicos da Ericeira, mais precisamente aqui.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Entrevista Clockwork Boys

Músicas rápidas e certeiras como um caldo na veia
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Os Clockwork Boys têm no carisma algo que os distingue de boa parte das bandas punk actuais. Hinos como “Casino”, “Chalana” ou “Hooligans na Noite” ajudaram a criar uma certa reputação e mística nos meios underground, que consolidaram com o recente lançamento de A Dor Passa… o Ódio Fica!, disco onde se nota uma produção mais apurada e um espírito mais revoltado com a realidade envolvente. Nesta entrevista fala-se do percurso da banda (e dos três elementos com quem conversámos: o frontman Marion Cobretti e os baterista e guitarrista Tony Musgueira e Zé Abutre) e de vida malvada, seja vivida ou cantada. Mas também se abordam outras artes bem presentes na música que fazem, como são os casos do futebol (embora já não haja jogadores com amor à camisola) e do cinema, que não só é uma forte influência como faz parte da mecânica diária de alguns destes rapazes.
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Link para a entrevista integral, publicada originalmente no Bodyspace.