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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Aula de dub no Musicbox

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Um dos maiores mestres do dub da actualidade honra-nos com a sua presença no próximo mês. Sábado, 17 de Novembro, o músico e produtor Mad Professor (que tem trabalhado com músicos fora do universo reggae, como Massive Attack) encabeçará mais uma Musicbox Heineken Series que, como é fácil de perceber, terá lugar no clube do Cais do Sodré. A primeira parte está a cargo de Cooly G e a entrada, que vale € 10,00, dá direito a uma bebida.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais precisamente aqui.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

DJ Ride retoma a curadoria no MusicBox com LV

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Após o interregno estival, regressa a mensalidade Rock It! ao clube lisboeta. E para (re)começar, já hoje, dia 14, o Cais do Sodré receberá o dubstep étnico de Sebenza, novo disco dos produtores londrinos LV, que foram buscar inspiração aos ritmos kwaito, soca e funky, bem como à parceria com MCs sul-africanos. Se Routes (o antecessor de Sebenza) integrou muitas listas de “Melhor do Ano 2010” de publicações dedicadas ao clubbing, este recente trabalho (para facilitar trocadilhos parvos, “sebenza” significa “trabalho” em zulu) já foi considerado o disco de música electrónica mais alegre de 2012 e dele já se disse saber a futuro, pelo NME e pela Pitchfork, respectivamente. Por isso, já sabem, se precisam de injectar uma overdose de alegria nas vossas vidas, numa altura em que o futuro (pelo menos a curto-prazo) tem um sabor amargo, vão até ao MusicBox a partir da uma da manhã desta sexta-feira. A entrada custa 8€, que mesmo não sendo dedutíveis em sede de IRS dão direito a duas senhas de consumo.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Rock It # 7 – DJ Ride traz Taylor McFerrin ao Musicbox

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DJ Ride tem assegurado a programação de um conjunto de noites no Musicbox, pensadas para divulgar artistas que merecem destaque na cena clubbing nacional e internacional. Estas sessões, baptizadas de Rock It, conhecem o seu sétimo tomo no próximo dia 6 de Abril, sexta-feira em que Taylor McFerrin (filho de Bobby “Don’t worry be happy” McFerrin) desce até ao Cais do Sodré. O músico norte-americano, que no ano passado tocou no Clube Ferroviário e conversou connosco, vem apresentar o seu álbum de estreia, Early Riser, num concerto que deve pisar os terrenos do hip hop, da soul e da electrónica. Não se preocupem, sejam felizes; e guardem um espaço no vosso coração.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

domingo, 18 de março de 2012

Elysian Fields @ Musicbox

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Quem enche a sala (já não vazia, mas pouco mais do que composta) com a sua presença é Jennifer Charles, que transcende a beleza plástica, convencional. Tem um “je ne sais quoi” e uma expressão corporal (sensualidade da ponta dos dedos dos pés, enfiados em saltos altos encarnados, à ponta dos cabelos escuros) puramente magnéticos. Aquilo a que se costuma chamar pinta e que dá ponta à maioria dos homens – e a algumas mulheres, também. Nem de propósito, abrem com “Lions In The Storm” após uma tempestade europeia em que os leões (primeiro os de San Mamés e depois os de Alvalade) varreram os colossos de Manchester do mapa. O alinhamento incide principalmente no mais recente Last Night On Earth – só o facto de se viverem tempos de histerismo mediático no universo musical explica que este disco lançado em 2011 tenha passado meio despercebido. “Can’t Tell My Friends” é puro mel com pingos de malícia a escorrerem dos lábios vermelhos de Jennifer Charles, que dança como uma gata ao sabor dos acordes tocados por Oren Bloedow. Em “Church Of The Holy Family”, a metade masculina da dupla (a restante banda, que os acompanhara nas outras datas europeias, não veio com eles) troca a guitarra eléctrica pelas teclas para um momento cheio de beleza, durante o qual as notas do piano se entrelaçam com o canto doce (mas ao mesmo tempo desafiador) de Jennifer, que é dona duma vozes mais expressivas da pop – ou noir rock, se quiserem – actual. Um pouco mais tarde é altura de Oren Bloedow pegar na acústica para tocar “Sleepover”, que surge em jeito de canção de embalar com um twist inquietante.
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Link para o report integral, publicado originalmente no Bodyspace.

terça-feira, 14 de junho de 2011

A Palavra é a Capital do Festival Silêncio

Costuma dizer-se que a pena é mais forte do que a espada. Pois, o Festival Silêncio, inserido nas Festas de Lisboa, promete cortar a direito entre os dias 15 e 25 deste mês. Pelos palcos do Cinema São Jorge e do Musicbox vão passar dezenas de projectos de importantes artistas nacionais e estrangeiros que cruzam a palavra dita com a música, a performance e o vídeo/cinema.
Com uma programação tão vasta, mais vale aconselhar a consulta do site do festival. Ainda assim, destaques para os espectáculos de Lee Ranaldo (sim, esse mesmo, dos Sonic Youth), Arnaldo Antunes, Adolfo Luxúria Canibal (com “Estilhaços de Mário Cesariny”), “Música de Palavra(s)” de José Mário Branco, com a participação de Camané, entre outros, “Palavras do Fado”, com António Zambujo, Cuca Roseta, Raquel Tavares, Ricardo Ribeiro e vídeo de Tó Trips e, ainda, “Moradas do Silêncio”, homenagem a Al Berto, com Sérgio Godinho, Rui Reininho, JP Simões, João Peste, Noiserv e Miguel Borges.
A literatura também vai estar representada, com lançamentos de livros, debates temáticos entre escritores de diferentes gerações e nacionalidades, e a sétima arte trará Word Cut Dogs (mostra de documentários sobre escritores portugueses, de Cesariny a Lobo Antunes, passando por Sophia de Mello Breyner), uma selecção dos melhores vídeos do Festival de Poesia e Cinema de Berlin e, ainda, “Filmagens” – concurso internacional de Poetry Film.
Não vale a pena gastar mais latim.
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Publicado originalmente no Bodyspace. Mais precisamente, aqui.