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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tudo a postos para o FMM

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Já por aqui temos vindo a dar nota dos nomes que em Julho (primeiro entre os dias 19 e 21; depois entre 25 e 28) transformarão Sines na capital portuguesa das músicas do mundo. Será uma totalidade de trinta e seis concertos com músicos dos cinco continentes e muitos mais estilos musicais, entre o Castelo e a praia, juntando consagrados como Hugh Masekela, Dead Combo, Béla Fleck, Tony Allen e Marc Ribot, a novos nomes como Fatoumata Diawara, Bombino e Gurrumul. O cartaz integral pode ser consultado aqui. Entre algumas novidades, relativamente à edição de 2011, destaque-se uma sempre bem-vinda quando os euros não abundam nas carteiras: a noite inaugural do segundo fim de semana – 4ª-feira, 25 de julho – terá um formato especial, com dois concertos (um no Castelo e outro junto à praia), ambos de entrada livre.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O FMM dá baile ao FMI

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Mantenham as iniciais FM, mas experimentem trocar o malfadado I (de internacional) pelo sempre bem-vindo M, de Mundo. Num estalar de dedos mandarão embora um terço da troika para dizer "olá!" a um dos melhores festivais que, ano após ano, preenchem a agenda estival: o Festival Músicas do Mundo, claro. Que este ano decorre nos dois últimos fins-de-semana de Julho (19, 20 e 21; 26, 27 e 28) e já anunciou os primeiros nomes dum cartaz que volta a prometer muitas razões para rumar a Sines, nobre terra onde nasceu Vasco da Gama e cujo castelo já assistiu a alguns concertos lendários. E o trio de nomes anunciado por agora faz jus à tradição de excelência de representantes da world music, indo de Oumou Sangaré (cantora maliana que já tinha estado presente na edição do FMM de 2007) ao norte-americano Béla Fleck (multi-premiado tocador de banjo), passando por Hugh Masekela. Este nome histórico da música sul-africana, que cruza os mundos do jazz, do afrobeat e do funk, toca no dia 28 de Julho, enquanto os dois primeiros nomes se apresentam em conjunto no dia 21, levando para o palco uma parceria que levou o banjo de volta às suas origens africanas e conquistou o Grammy para melhor álbum contemporâneo de “world music” em 2011.
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Publicado originalmente no Bodyspace, mais concretamente aqui.